terça-feira, 27 de outubro de 2009

Memória, Diário e Escrita

Ontem a noite, puxei uma agenda antiga, do ano de 2004, da minha estante de livros. Ela é exótica, tem a capa vermelha, escrita em baixo relevo, com uma fitinha vermelha que marca o dia. Pois bem, eu sempre quis fazer alguma coisa legal com ela, mas nunca tive muito o que fazer. Eu sempre tive pena de apenas riscar nela, como eu faço com as outras agendas, tanto que, se ela tem alguma página riscada, são, no máximo duas. Nunca entendi muito bem o meu amor por aquela agenda. Mas, ontem, ao puxá-la para longe da estante e sentar sobre a minha cama, com ela no meu colo e na mão direita uma caneta antiga da Betty Boop, eu soube. Parece coisa do destino, porque ao colocar a caneta nas páginas feitas de papel reciclado e terminar de escrever a data, ela virou um diário.

sábado, 5 de setembro de 2009

Urgência...

Porque tudo é urgente?
Tudo que eu quero é urgente.
Será que tem a ver com a idade?
Ou é só com a vontade mesmo?
Será que essa urgência é porque eu estou uma pilha de nervos?
Será que é porque eu quero muito isso?
Essa urgência ainda me mata!

sábado, 1 de agosto de 2009

Memória de peixe

Fiquei tanto tempo sem escrever nada no blog que enlouqueci imaginando os tantos assuntos que poderia escrever aqui. Eu não anoto minhas ideias. Sempre esqueço antes de conseguir anotar. Eu digo, tenho que andar com um bloco de notas no pescoço. Ontem mesmo, antes de dormir, eu estava deitada na cama, pensando na vida e tive vinte mil ideias do que escrever no blog, porque ele já estava parado há muito tempo. 

Resultado: Nenhum, porque eu esqueci.
Eu ando esquecendo tantas coisas, ultimamente.

Eu só consigo lembrar das coisas quando eu as anoto e lembro de olhar as anotações, é mole? Ou quando alguém me lembra delas... Tenho medo da minha memória, já disse isso hoje? Se eu já disse, eu esqueci. Tenho que admitir que eu esqueci o tema do post. Seria sobre o tempo em que eu não posto nada aqui, mas eu acabei tomando outro rumo.

Como sempre acontece comigo quando a coisa depende só de mim. Loucura isso, não? Mas, isso já é assunto pra outro post porque senão eu vou me perder, mas não posso esquecer de anotar o próximo tema ou então esqueço.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Quem ri por último pode ser retardado

Eu nunca pensei que riria tanto de algo que eu achei que não fosse importante para mim. Descobri que não era, porque se fosse, eu não riria tanto. É irônico até demais. Gurizinhos merecem guriazinhas. E aqui estou eu, rindo de um gurizinho que encontrou sua guriazinha. Eu não serviria para ele, mesmo. E eu gargalho porque a bomba explodiu longe de mim e porque eu não me sinto culpada e nem envolvida. Gargalho de felicidade, de conseguir caminhar e rir dele. Gurizinhos merecem guriazinhas. Eu poderia estar usando esse tempo de melhor maneira, mas eu me permito rir muito, porque minha risada é melhor... ela foi dada por último.

domingo, 3 de maio de 2009

Porque Emile Hirsch?


Acho que eu sou tão fascinada e paranóica com esse cara que ninguém mais quer me ouvir quanto a ele. Recorro ao blog então! É o que me resta; falar do homem dos meus sonhos na internet. Loucura, não? Não sei se é loucura, mas que aqueles olhos felizes e verdinhos me fascinam e que aquela voz maluca dele me levam à loucura, ahh isso sim!

Ele é um cara muito talentoso, é engraçado, tem atitude e ainda por cima tem espaço de sobra pra ser bonitinho; Eu me sinto uma fã alucinada daquelas que berra o nome quando enxerga o cara em um trailer de filme ou daquelas loucas americanas que enxerga o cara no tapete vermelho e desmaia, mas eu não sei explicar.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Pensar, pensar e pensar!

Tem aquela coisa boa no olhar. Algo que só eu consigo ver e se por acaso é percebido por outra pessoa, já me dá o que pensar.Pensar. Verbo que eu mais sei usar. Quando converso ou somente quando penso. Olha ele aí.Não sai do pensamento e nem das palavras, já fico menos livre. Menos do mundo. Presa a um risco que eu nem quero correr. Presa a um risco que sequer existe. Um risco de sentimento que sequer chegou no pensamento!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Ano novo, vida nova!

A frase mais clássica de todas.
Principalmente nos finais de ano.
É, porque será?

Mas, infelizmente, parece que quanto mais falada ela é, menos poder ela tem. É como se cada final de ano fosse uma barreira e quem não se esforçou para fazer tudo valer a pena, bate de cara nela. É como se cada final de ano fosse um enorme obstáculo que pouca gente consegue alcançar, porque empacávamos nas promessas. E quem disse que conseguimos sair delas?

Eu espero que eu consiga atingir minhas metas, porque esse ano de 2009 está me assustando. É o ano da responsabilidade, do desdobramento e da força de vontade. Apesar de eu já ter completado 18 anos, parece que a idade só fez efeito agora. Agora que a ficha caiu, me mostrando que tudo depende de mim: Faculdade, emprego e claro, a Beladona.

Terminei o ano organizada. Sem pendência nenhuma, com pessoas, com coisas e muito menos, com a locadora. Até porque, eu acho, que ela nem abriu no dia 30. Dizem que o que fazemos nos 12 primeiros dias do ano definem o que faremos nos outros 353 (Sim, eu usei a calculadora!).

Sou sobrenatural para tanta coisa, mas tão cética para outras. Não pulei ondas, não comi uvas e nem lentilha, mas admito que tenho medo de acreditar naquele dito dos 12 primeiros dias, porque, para meu desespero, comecei o ano, sem papel higiênico no meu banheiro!