domingo, 23 de outubro de 2011

Transpirar música. Sim, isso é possível.

Pela quantidade de posts musicais que eu venho fazendo nesse blog, parece que o que me motiva mais do que a leitura é a música. E isso é certo. Apesar de fazer mais de dois meses que eu não escuto música quando dentro do ônibus, eu respiro música em outros horários e em outras ocasiões. Tenho um gosto musical variado, mesmo não aturando Funk e Pagode, e já tentei ser uma rockstar. Quem nunca tentou? A diferença é que existem pessoas que nascem para isso, que são tocadas pelo dedo mágico de Euterpe (musa grega da música) quando são recém nascidos, enquanto outros, como eu, tentam, aprendem um instrumento, mas não passam disso. Também têm aqueles que não tem talento e que tem dinheiro para entrarem nesse mercado, mas isso é outra coisa e não cabe a esse post.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Resenha: uma em um milhão

A história é sempre a mesma: abrir um editor de texto, colocar os dedos a funcionar e tentar ser coerente ao digitar as palavras certas para expressar o que eu senti lendo tal livro. Fácil. Não, nem um pouco. Pelo menos, não com um livro do qual eu tenha gostado muito. Essa história sempre acaba com o editor de texto perguntando se eu quero salvar as três linhas que eu escrevi e comigo levantando da cadeira e amaldiçoando ser tão inútil a ponto de não conseguir resenhar um livro.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Joss Stone, uma inspiração. Por que não?

Eu não gosto de perguntas pessoais. Não enquanto eu esteja sóbria. E isso porque eu nunca vou responder a verdade. Se é sim e eu tenho vergonha disso, eu vou dizer que não. Se é sim e eu não tenho vergonha disso, eu vou desconversar e não vou responder. Essa semana eu tive que responder uma das perguntas mais chatas que alguém já me fez. Não foi exatamente pessoal, mas a resposta dessa pergunta revela muita coisa sobre mim e isso é bem pessoal. Pensei em desconversar, pensei em não levar isso adiante, mas acho que eu preciso divagar para mim mesma o porquê de a Joss Stone se tornar uma inspiração para mim.

domingo, 4 de setembro de 2011

Ficwriters: os bichos-pau do mundo literário

Existe um inseto que é o mestre da camuflagem. Quando um ovo, finge ser uma pedra; quando adolescente finge ser um escorpião; quando adulto, finge ser um graveto e quando idoso, finge ser uma folha seca. Esse é o Bicho-Pau, mal visto diante dos olhos de todos os elementos que imita e sempre lembrado por isso, por não ser original. Talvez essa história soe estranha aos seus ouvidos, ainda mais se eu comparar a história do Bicho-Pau, e seus problemas de originalidade, com os escritores de Fanfic.

domingo, 21 de agosto de 2011

Aquele + Esse = Outro

ou inutilidade pura.

Esse post é feito de inutilidade pura, mas o brinquedinho com o qual eu me distraí nas últimas horas deu tão certo que eu tinha que dividir. Não são descobertas importantes para o futuro da humanidade, mas eu sempre estive tão certa de que essas pessoas poderiam ser parentes que ver que seus rostos se encaixam é emocionante. Até demais do que deveria.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Paixonite aos Onze

Acordei me sentindo estranha e a primeira coisa que eu pensei quando abri os olhos foi: “Caramba, minha primeira paixonite foi aos onze anos. Eu era uma criança e mal sabia cuidar de mim mesma.” Não sei por que acordei pensando nisso, mas durante todo o dia, enquanto eu estendia roupa no varal, lavava a louça do almoço e escrevia mais um capítulo da minha fanfic Adoráveis Férias Infernais, eu fiquei pensando nisso; na minha maldita paixonite dos onze anos. Só posso culpar minha natureza sensível que estava a toda na minha pré-adolescência e os garotos sem graça, mas interessantes que a vida me apresentava.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Devaneios na Madrugada

"Minha mente nem sempre tão lúcida, fértil, meu deu a voz..."

Preparei a postagem de hoje quando ainda era ontem, deitada na minha cama, esperando o sono chegar. Eu tenho uma certa dificuldade para dormir porque meus pensamentos nunca param de acontecer e nunca me dão uma trégua para eu poder descansar; então, lá estava eu, pensando ao invés de dormir, quando eu levantei da cama e resolvi escrever o que eu estava pensando em um pedaço de papel. Pode até ser brega hoje em dia, mas eu ainda escrevo certas coisas em papel ao invés de publicar ou sair contando por aí. Eu tenho uma super dificuldade em sair contando por aí certas coisas, para dizer a verdade.

domingo, 8 de maio de 2011

Síndrome de Carrie

As pessoas me perguntam sobre a Síndrome de Carrie sempre que eu toco no assunto. Eu sempre comento que eu sou uma das pessoas tocadas pela Síndrome de Carrie e ninguém nunca sabe o que é; então, eu tenho essa tendência de acreditar que somente eu sou afligida por ela. Uma síndrome única de mim? Talvez eu seja excepcional. E não no bom sentido, propriamente dito. E, por favor, não confunda a genial Carrie, a Estranha com a entediante Carrie de Sex and the City.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Go With the Flow

Faz algum tempo que eu não escrevo nada muito pessoal por aqui. Parece que essas páginas vão ser multiplicadas e cada palavra vai chegar a todos os lares brasileiros. Blogs pessoais funcionam melhor com pessoas que escrevem sobre si mesmas e seus pensamentos mais profundos no papel. Não adianta, os diários não vão desaparecer por causa da internet. Só que o meu problema é que eu não consigo mais desabafar nas páginas de diários ou qualquer outro tipo de livro onde as pessoas guardam suas memórias.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

E não é que o preconceito tinha fundamento?

Ontem eu presenciei uma cena que eu não sabia que existia fora de filmes de humor negro ou de seriados americanos que retratam a “violência” da população e com a população. Presenciei uma cena que me deixou com uma vontade imensa de fugir para uma cidade mais civilizada e quem sabe um país mais civilizado. Ontem, durante tal cena, eu entendi a origem do preconceito que as pessoas têm com a minha cidade. E não discordei delas.

domingo, 10 de abril de 2011

Eu amo Sapos!

É. Eles quase sempre causam nojo nas mulheres, não parecem serem dignos da nossa confiança e nunca parecem uma boa opção, mas, ainda assim, eu amo sapos! Agora me surgiu uma dúvida, porque provavelmente você, se for mulher (e homem também, porque não?) que está lendo (ou que não está lendo, sendo assim um mero fantasma do Cometa de Ideias) torceu o nariz e provavelmente está se perguntando se eu sou maluca; Pois então, estamos falando da mesma coisa?

sexta-feira, 4 de março de 2011

O Carrossel da Nostalgia

Eu não tenho como não me classificar como uma pessoa nostálgica. Eu sou totalmente nostálgica e acho que isso acontece porque eu tenho tendências a acreditar que o melhor pode já ter acontecido, então fico perdida no passado, imaginando como o hoje seria se eu tivesse ou não tivesse feito tal coisa. Sei que eu já tenho um post no blog dizendo isso, mas o tema não é o mesmo. Nem mesmo tem algo a ver com arrependimento, porque eu não acredito em arrependimento. Acho que tudo vira experiência, opinião compatível com a opinião de muita gente. Também não acho que o tema desse post seja querer mudar alguma coisa. É apenas gostar de lembrar o que aconteceu e ficar pensando nas possibilidades e nas possíveis reviravoltas que aquilo faria com a minha vida atualmente.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Algazine, o zine estopim

Noite passada eu tive um sonho até interessante: uma mulher chamada Silvia Toledo me encontrava e dizia que tinha adorado ler meus contos. Os dois contos que eu havia publicado. No sonho, eu não havia entendido e perguntei para ela onde eu tinha publicado tais contos e como ela tinha tido acesso a eles. Ela me respondeu que era jornalista e que estava fazendo um estudo sobre Fanzines e que tinha encontrado dois fanzines algarvenses, onde constavam dois dos meus contos já escritos. Sei que durante o sonho ela me chamou para trabalhar com ela, dizendo que eu tinha talento para a escrita e essas coisas. Mas o que mais me deixou impressionada com a minha memória foi o fato de eu me lembrar inconscientemente desses dois contos no fanzine carinhosamente batizado de Algazine.