domingo, 30 de janeiro de 2011

Algazine, o zine estopim

Noite passada eu tive um sonho até interessante: uma mulher chamada Silvia Toledo me encontrava e dizia que tinha adorado ler meus contos. Os dois contos que eu havia publicado. No sonho, eu não havia entendido e perguntei para ela onde eu tinha publicado tais contos e como ela tinha tido acesso a eles. Ela me respondeu que era jornalista e que estava fazendo um estudo sobre Fanzines e que tinha encontrado dois fanzines algarvenses, onde constavam dois dos meus contos já escritos. Sei que durante o sonho ela me chamou para trabalhar com ela, dizendo que eu tinha talento para a escrita e essas coisas. Mas o que mais me deixou impressionada com a minha memória foi o fato de eu me lembrar inconscientemente desses dois contos no fanzine carinhosamente batizado de Algazine.