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Mostrando postagens de 2010

O longo reinado do "E eu com isso?"

Famosa frase: "E eu com isso?" tem seu espaço garantido em qualquer conversa no dia a dia. Mas sabe o que faz essa frase ser tão banal nas nossas conversas? Sim, meu querido leitor, é o nosso descaso com o outro. Eu, na verdade, não posso me dar ao luxo de vir aqui e falar mal de quem não liga para o próximo, porque isso seria hipocrisia. Eu, do alto do meu egoísmo quando o assunto é bem estar próprio. Mas existem coisas que precisam visar o bem estar do próximo para depois chegar a mim. E eu demorei para perceber. Porém, percebi e minha maior vontade é dar uma lição em quem não percebeu ainda. O que custa cair em si, não é verdade?

Os cachos de Michalka

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Não, esse não é um post em que eu vou falar dos cachos da Aly Michalka, mesmo que eles sejam lindos. Eu tenho apenas a intenção de comentar o quanto os cachos dela andaram me inspirando por esses dias. Aly é uma menina de 21 anos. Atriz e cantora, ela tem uma dupla pop com a irmã Amanda (AJ) e atualmente interpreta a personagem principal da série americana Hellcats, Marti. Só para situar as coisas, a série trata de uma estudante de direito, Marti, que perde sua bolsa de estudos e tem que participar do time de lideres de torcida para conseguir continuar estudando.

Homem & Fashion

Eu estava pensando em uma coisa essa semana. Pensando profundamente e pensando como uma acadêmica, como sempre, em como trazer isso para o Cometa de Ideias porque eu queria dividir esse pensamento com alguém que não me interrompesse durante a conversa. Monólogos sempre me atrairam, apesar de eu ser uma melhor ouvinte do que uma narradora. Narradora oral, porque imagino que saiba narrar algo no papel. Espero que eu saiba, porque meu imaginado futuro depende da minha escrita literária. Mas, não é esse o assunto. Eu me refiro ao tema "Os Homens e a Moda". Isso poderia ser um título de artigo ou trabalho acadêmico... sério, acho que a faculdade não está fazendo bem pro Blog.

Ah, o teatro

Chego a suspirar duas vezes, no mínimo. O exato número de vezes que eu tentei fazer aulas. Sim, eu frequentei exatas duas aulas de teatro em toda a minha vida com um intervalo de sete anos entre as duas. É muita coisa, claro, mas minha paixão reprimida pelo teatro continua viva dentro de mim. O que apenas me afasta dos palcos e das companhias de teatro é minha pouquíssima vontade de aparecer sobre o palco. Eu poderia dizer que sentia vergonha, mas eu não sinto exatamente vergonha de estar no palco retendo a atenção do espectador.

A tal da Vibe Crazy

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É, bicho, eu ando numa vibe tão crazy... Não se assuste, isso são apenas palavras desgovernadas que somadas ao dia de hoje e aos anteriores não teriam como sair de outra maneira. Eu ando sim, em uma vibe muito doida, mas que ao mesmo tempo é incrível. É sufocante e libertadora. Abre janelas e desliga luzes. Nossa, os incensos que eu ando queimando devem estar mexendo com o meu cérebro.

A Lei e o Estudo das Estrelas

Eu sempre fui de acreditar em astrologia. Eu sempre gostei do desconhecido, porque ele justamente era uma coisa desconhecida, que quase me incitava a querer descobrí-lo. Com a astrologia, signos, ascendentes e tudo mais é exatamente assim, pelo menos para mim. Eu não sei muita coisa sobre e sempre procuro saber mais, mas eu sei que ela sempre acerta.

#CalmariaFeelings

Faz algum tempo que eu não escrevo nada muito pessoal por aqui. Até porque eu não gosto de expor muito as coisas muito pessoais. Mesmo que o propósito de um blog seja o de usá-lo como se fosse um daquelas clássicos diários escritos a mão, não me sinto bem escrevendo as coisas bobas que eu penso sem muita seleção e aquela coisa de pensamento profundo. Mas sabe que eu cansei de escrever coisas muito pensadas e deu...? Por isso decidi nem pensar muito e vir escrever esse post. Com certeza não vai ser nada bacana se comparado com outros posts elaborados mais parecidos com artigos, cheios de referências e tal, mas esse post vai se aproximar bastante do objetivo dos blogs.

Mais uma de amor

Meu primeiro post retrô. Sim, porque esse texto que apresento agora foi escrito há dois anos atrás, quando a criatura que vos fala tinha recém completado dezoito anos. Eu gosto de ler textos antigos, porque gosto de fazer análises e paralelos com minhas opiniões atualmente. Muitos dos textos antigos servem apenas para fazer esse paralelo, ou porque não são interessantes, ou porque eu não compactuo mais com aquela opinião, mas esse eu achei interessante... Mariana falando de amor? É raro.

A Loucura Além da Imaginação

Como podemos ter certeza de que uma pessoa que passa a desconhecer as pessoas ao seu redor está sofrendo de alguma doença ou ficando louca? Parece estranho levantar essa questão, mas levantar questões estranhas é o que eu mais tenho feito, principalmente depois de recomeçar a assistir os episódios da temporada de 2002 da série Além da Imaginação (The Twilight Zone). Eu posso contestar a mim mesma usando do fato de que a série é totalmente fictícia, mas e se o que acontece ali puder vir a ser verdade um dia?

A Princesa e o Feminismo

E tudo começa com uma garota bonita e um principe amaldiçoado. Parece ser tudo a mesma coisa, afinal os contos de fadas tem, quase todos, a mesma base. Mas é no desenrolar das tramas que nós conseguimos enxergar e assimilar as diferenças, isso se elas realmente existirem. E como a desgraça nunca vem sozinha, na maior parte do tempo são as heroínas que levam as tramas com coragem e esperteza que lhes é exigida. Então, porque os mocinhos levam as espadas e os cavalos?

Ideia de sucesso + Audiobook = ?

No ano retrasado, mais precisamente em outubro de 2008, eu me vi as voltas com uma ideia na cabeça e uma passagem para conhecimento nas mãos. Eis que eu tinha um microfone, o primeiro livro da saga Crepúsculo e uma vaga ideia de como se faziam audiobooks. Ler o livro em voz alta, usando inclusive de interpretação para as falas de personagens específicos e dar a cara a tapa nas tantas comunidades do orkut eram meios de conseguir que eu fosse reconhecida por alguma coisa considerada bacana, antes dos vinte anos.

E se eu fosse homem?

Essa semana, parei para ler uma Capricho da coleção que minha irmã começou a fazer. Entre as tantas reportagens, várias consideráveis, outras bobas para uma mente de quase vinte anos como a minha, detive minha atenção em uma seção que continha textos postados em blogs. O tema daquela semana era "se eu fossem homem", claro que me vi inspirada, porque na mesma semana aconteceram coisas desagradáveis comigo, mas ao mesmo tempo reveladoras.