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Mostrando postagens de Janeiro, 2013

Feminismos e subversivos

Se alguém me perguntasse, eu não saberia dizer quando exatamente o meu feminismo aflorou, mas foi no ano passado que eu me dei conta de que eu era uma feminista. Eu sempre fui dessas que queria direitos iguais em tudo perante a sociedade, que nunca se importou em sair na rua com a depilação atrasada, que nunca achou que 'mulher' e 'homem' eram papeis biológicos e que queria o fim imediato do patriarcado e da cultura do esturpo. Depois de superar os meus próprios preconceitos, eu me classifiquei como feminista e não me importo nem um pouco com o que as pessoas possam pensar disso porque eu sei que é puro preconceito.

No senso comum, a feminista é uma mulher de cabelos curtos, estilo masculino, comportamento rude, não-depilada, lésbica e odiadora dos homens. Essa é uma imagem que se perpetuou, principalmente, depois da primeira onda do feminismo (aquela que originou o voto feminino) e foi mantida e disseminada por aqueles que não estavam gostando nada de a mulher ter a ou…

'Liberal Arts' e a arte de namorar alguém mais velho

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Eu adoro filmes indie e quanto mais indie, com atores desconhecidos, roupas incríveis e uma história que poderia estar em um livro para jovens adultos, melhor. Então, entre os meus favoritos está Like Crazy e o novo Liberal Arts, com a apaixonante Elizabeth Olsen. Quem diria que eu me apaixonaria por uma trama que parecia extremamente manjada? Porém, eu me apaixonei por tudo naquele filme e eu sei que eu me apaixonei porque eu me identifiquei com o final realista, sensível e revelador que ele teve.